
25 de setembro de 2008
14 de setembro de 2008
Ana e Pedro
31 de julho de 2008
Acendalhas Fire Stick
Com estas acendalhas o sucesso de fogo é garantido, pois cada uma arde durante cerca de 9 minutos, produzindo calor suficiente para secar a lenha húmida e pegar fogo! E tem a vantagem de serem amigas do ambiente pois são feitas apenas de produtos naturais e não poluentes!
À venda apenas por encomenda... como diria o Chefe Lima, na loja do Adelino!
29 de julho de 2008
OPERAÇÃO KOALA LENHADOR foi um sucesso!
Embora tenha começado no final da tarde (por causa do calor), a recolha de varolas para os azuis do 1100 levarem para Tróia correu muito bem e conseguimos cerca de 200 varolas de diversas bitolas para as contruções em campo das secções.
Apetrechados das respectivas moto-serras, os Koalas Lenhadores fizeram uma 'limpeza' na área que nos foi indicada pelo responsável da Direcção-Geral dos Recursos Florestais que nos acompanhou durante a operação.
Tudo correu como previsto e no final do dia (bem no final), depois de descarregada e guardada a madeira num contentor, houve uma segunda 'limpeza' desta vez de hamburgões e cachorrões na reloute de Sacavém!
27 de julho de 2008
Pirata à parte... serão clones?

23 de julho de 2008
Foguetões com garrafas de plástico
MATERIAL
1 garrafa e plástico de 1,5 litros
1 rolha de cortiça
1 válvula de pneu de bicicleta
1 bomba de ar para encher pneus de bicicleta
1 suporte para o 'foguetão'
CONSTRUÇÃO
Faz um furo a todo o comprimento na rolha de cortiça e coloca a válvula num dos lados (deve ficar bem justa para não deixar escapar ar).
Depois enche a garrafa de plástico com água (apenas 1/3 do volume) e coloca a rolha de forma que fique bem justa mas não muito apertada para conseguires soltar o 'foguetão'.
Agora basta colocares o teu 'foguetão' no suporte (pode ser um cesto apenas para apoiar a garrafa ou podes construir um mais elaborado), ligar a bomba de ar à válvula e dar à bomba até ganhar pressão suficiente e lançares o 'foguetão'!
Já podes fazer um concurso de lançamentos ou uma batalha naval (imagina um suporte para colocares no Scout!).
How to Make a Bottle Rocket Launcher - Click here for more free videos
22 de julho de 2008
E uma ideia para os Marinheiros...
Aqui fica a sugestão e um video para vos ajudar a construir um carregador solar. Para a próxima já podem 'vender' energia para carregar telemóveis em campo!
Solar Powered USB Charger - Cheap And Easy To Make! - Watch the best video clips here
Ideias para angariar fundos!
Achas difícil? Nem por isso... olha com atenção para este pequeno video e faz já uns quantos para venderes e ganhares algum dinheiro para a tua próxima actividade!
DIY Pecil Case - For more funny videos, click here
15 de julho de 2008
Passagem pela casa de BP
11 de julho de 2008
A Maria já nasceu!
Pois é verdade! A mais nova e futura Lobita dos azuis do 1100 nasceu hoje, no Hospital de Santa Maria, em Lisboa. 10 de julho de 2008
Por favor... expliquem a esta senhora a história do Escutismo!
Coitado do BP, deve andar às voltas no túmulo! O mais interessante é que depois existe um conjunto de outras respostas a apoiar esta e nenhuma delas é capaz de chamar a atenção ou corrigir o que a primeira afirmou!
7 de julho de 2008
Passados 10 anos - parte III

30 de junho de 2008
O Voo dos Gansos
E porque os bons exemplos são para se passar aos outros, deixo aqui o texto e o video que serviu de mote para a Vigíla da passada sexta-feira.
Se todos fossemos gansos...
Quando vires os gansos emigrar, dirigindo-se para um lugar mais quente para passar o inverno, repara que voam em forma de "V". Talvez te interesses em saber por que o fazem assim.
Ao voar em formação de "V" em conjunto, conseguem um aumento de 71% na distância de voo em relação à de um pássaro que voa sozinho.
Quando um Ganso sai da formação... sente a resistência do ar e a dificuldade de voar sozinho. Então, rapidamente volta à formação, para aproveitar o poder de elevação dos que estão à sua frente.
Quando o Ganso Líder se cansa... desloca-se para o final da formação. Entretanto outro assume a dianteira.
Os gansos a voar em formação grasnam para dar coragem e alento aos que vão à frente, para que assim mantenham a velocidade.
Quando um ganso adoece, está ferido ou está cansado e tem de sair da formação, outros saem da formação para o acompanhar, para o ajudar e proteger. Permanecem com ele até que morra ou seja capaz de voar novamente.
Tentam alcançar a sua formação ou integram-se noutra.
Parece que temos muito a aprender com os Gansos...
Compartilhar a mesma direcção e o sentido do grupo, permite chegar mais rápido e facilmente ao destino, porque ajudando-nos uns aos outros conseguimos mais.
Permanecendo em sintonia e união junto daqueles que se dirigem na mesma direcção, o esforço será menor....
Será mais suave e fácil alcançar as metas.
Estaremos dispostos a aceitar e oferecer ajuda.
Partilhar liderança.
Respeitarmo-nos mutuamente em todo o momento.
Partilhar os problemas e os trabalhos mais difíceis.
Reunir habilidades e capacidades, combinar estratégias, talentos e recursos.
Quando há coragem e alento, o progresso é maior.
Uma palavra de alento a tempo motiva, ajuda, dá força produz o melhor dos benefícios.
Estarmos unidos uns ao lado dos outros, apesar das diferenças tanto nos momentos de dificuldade como nos momentos de esforço.
Se nos mantivermos uns ao lado dos outros, apoiando-nos e acompanhando-nos,
Se praticarmos o real espírito de equipa,
Se apesar das diferenças podermos formar um grupo humano para afrontar todo o tipo de situações,
Se entendermos o verdadeiro valor da amizade
Se estivermos conscientes do sentimento de compartilhar...
Estaremos também a deixar as nossas pegadas no horizonte!
A Grande Fuga
27 de junho de 2008
Oceanos 2008


Passados 10 anos - parte II
25 de junho de 2008
Passados 10 anos - parte I

Encerramento das Comemorações do 10º Aniversário do 1100
O encerramento das Comemorações do 10º Aniversário do 1100 será já no próximo dia 28 de Junho e iremos procurar estar todos presentes para mais um grande momento na vida do nosso Agrupamento, as Promessas de novos elementos.A Velada d’Armas e Vigília de Oração decorrerá na noite de sexta, dia 27 de Junho às 21h30, na Igreja, e as Promessas irão realizar-se no sábado, dia 28 de Junho, na celebração vespertina das 19H00.
O programa para Sábado, dia 28 de Junho, é o seguinte:
14.30- Hastear das bandeiras
15.30- Conhecer um pouco do bichinho do escutismo (Jogo aberto à comunidade)
19.00- Celebração com promessas
20.30- Leitura da ordem de serviço
21.00- Jantar de actuais e antigos Escuteiros do Agrupamento 1100 (com as respectivas famílias na Escola Vasco da Gama)
2 de junho de 2008
Reunião de Pais
- Promessas e jantar de Agrupamento
- Encerramento oficial do ano escutista
- Oceanos 2008
- Projectos futuros
Contamos com a vossa presença!
13 de maio de 2008
A Expedição Nimrod (1907-1909)
Em 1907 Ernest Shackleton (1874-1922) navegou para a Antártica a bordo do Nimrod. Chegaram à Baia de McMurdo no início de 1908. Durante um ano a tripulação realizou grandes descobertas. Foram os primeiros a escalar o Erebus, com cerca de 4070 metros, e foram os primeiros a alcançar o Pólo Sul magnético.A tripulação esteve várias vezes em risco de vida. Vários homens cairam entre os blocos de gelo, quase se afogando! Um trenó desapareceu por uma crevasse, quase arrastando três homens para o abismo! Mas apesar de algumas queimaduras com o gelo e pequenos acidentes todos estavam saudáveis.
No dia 29 de Outubro de 1908, Shackleton e três homens tentaram ser os primeiros a alcançar o Pólo Sul. Chegaram a cerca de 97 milhas do pólo, mas depararam-se com grandes tempestades e falta de mantimentos, e foram forçados a regressar ao acampamento.Embora estivessem amargamente desapontados, chegaram mais perto do Pólo Sul do que qualquer outro homem. Regressaram a Inglaterra em 1909, com Shackleton ainda mais determinado a conquistar o Pólo Sul para a Inglaterra!
Ora aqui está uma excelente ideia para um imaginário de Expedição ou Cruzeiro! Em Outubro estamos a comemorar o centenário da chegada de Shackleton e da sua tripulação, a bordo do Nimrod, ao Ártico! Vale a pena procurar um pouco mais sobre a história desta expedição e de um dos mais importantes aventureiros e descobridores do século XX.
Scout 13
Depois de um 'viranço' que culminou na perda do casco da embarcação durante uma actividade náutica da Flotilha D. Carlos I, no passado dia 10 de Maio, a mesma viria a ser resgatada pelo Sr. Adelino Ramusga, pescador de Alhandra, que logo se deslocou à Capitania de Vila Franca de Xira para participar a ocorrência.
Mas esta breve descrição do que aconteceu nesse dia não é relato honesto e completo do esforço, dedicação, carinho e amizade, que a todos nos une na tal fraternidade escutista que vivemos todos os dias. Por isso aqui fica o testemunho de alguém que viu o nosso 'Chumbinho' ir ao fundo e ter que o deixar partir quando o importante era salvaguardar os elementos.
Obrigado Margarida.
No passado dia 10 de Maio a Flotilha D. Carlos I foi fazer a sua actividade náutica para o Rio Tejo. Depois de remarmos um bocado, porque a maré estava vazia e foi complicado entrar no rio, almoçámos e finalmente içámos as velas para começar a velejar. Mas o vento começou a ameaçar e ficou cada vez mais forte, as ondas cresceram e os moços assustaram-se... O chumbinho virou... Depois de todos os moços a salvo no bote, começou a luta que parecia não ter fim para tentar salvar o nosso scout... Quanto mais água saía, mais água entrava de novo... A água entrou para os flutuadores, e o chumbinho estava cada vez mais pesado... Virou vezes sem fim, já não conseguia flutuar. Conseguimos desaparelhará-lo dentro de água, tentámos rebocá-lo, tentámos pô-lo em cima do bote... tudo em vão... o cansaço era cada vez maior... tinhamos de o deixar... O mais importante era chegarmos a terra sãos e salvos... Mas era tão difícil deixar para trás aquele que foi o primeiro scout do agrupamento... Nada a fazer... amarrámo-lo a uma bóia de salvação e fomos para terra. À chegada vimos os nossos irmãos escutas à nossa espera para nos ajudarem e tentarem ir buscar o scout. Que reconfortante foi ver que estávamos todos juntos! Estávamos todos bem, mas não encontrámos o chumbinho. Voltámos para a base, tinhamos leite com chocolate quente à nossa espera... Mais uma vez, o conforto de sentir que acima de tudo está esta grande amizade que nos une. Dois dias depois, no dia 12 de Maio, o Brito recebeu um telefonema... Era da capitania do porto de Lisboa. O chumbinho tinha sido encontrado e resgatado por um pescador em Alhandra! Esta história narra a aventura, o susto, a coragem, a tristeza, a amizade, a esperança e a fé! Sabemos que unidos somos mais fortes, e apoiamo-nos uns aos outros! E como recompensa recebemos o chumbinho de volta... obrigada...
Golfinho Sorridente (Margarida Gil)

E foi assim que o encontrámos (o Joyce e o Fernando Lima), na margem da praia do Bairro dos Pescadores de Alhandra, depois de resgatado pelo Sr. Adelino. Um grande Bravo para o Sr. Adelino.
2 de maio de 2008
Novas datas para o S. Jorge
Como sabemos que alguns de vós tinham já as férias de verão marcadas para este mês, é importante que confirmem junto das vossas equipas de animação quem poderá estar presente para podermos acertar com a Junta de Núcleo o número de participantes que estará presente.
18 de abril de 2008
Actividade Regional do S. Jorge adiada devido ao mau tempo
Assim, a Junta Regional de Lisboa, através de um comunicado (em anexo) decidiu cancelar esta data, ficando desde já adiada para uma data a confirmar.
COMUNICADO DA JUNTA REGIONAL DE LISBOA DO CNE
Estimados amigos,
A chuva que nos últimos dias tem afectado a zona de Lisboa alterou profundamente as condições físicas dos locais de grande parte das actividades do São Jorge, nomeadamente as áreas de acampamento. Lembramos que se esperavam mais de 3.500 escuteiros para acampar...
Porque, segundo as autoridades de protecção civil, não é previsível que as condições meteorológicas se alterem substancialmente nos próximos dias, após ponderada reflexão, a Junta Regional decidiu anular todas as actividades previstas para o São Jorge, neste fim de semana, adiando-o para outra data a divulgar brevemente.
Pedimos a todos os Dirigentes que expliquem convenientemente aos seus Escuteiros as razões desta decisão, e às suas famílias. Apresentamos as nossas desculpas por todos os incómodos que esta decisão possa trazer aos Agrupamentos e seus Escuteiros mas de facto não estão reunidas as condições mínimas para a realização do São Jorge nesta data.
Agradecemos que repliquem o máximo possível esta informação.
Obrigado.
Sempre Alerta para Servir
Pela Junta Regional de Lisboa
José Carlos Oliveira
Chefe Regional
14 de abril de 2008
Então parece que sou o lobito mais antigo...
Tomei a liberdade de o reproduzir aqui...
Obrigado Baleia!
"Então parece que sou o lobito mais antigo em permanência no agrupamento 1100... Bom posso dizer-vos que é uma sensação fantástica e inexplicável. Confesso que não foi fácil iniciar o meu testemunho. Como tal fui escrevendo um pouco todas as noites e no final adaptei a um... diário.
Dia 7 de Abril, segunda-feira
Começo a meditar de que modo irei transmitir, na velada de armas, o meu testemunho aos lobitos e aos novos lobitos sem ser de forma enfadonha e chata. O que lhes direi? Que adorei o meu primeiro acampamento? Não, de forma alguma. Que estava ansioso por ter escuteiros todos os fins-de-semana? Nem por isso. De início não estava a ser entusiasmante para mim. As coisas ainda iriam piorar. Possivelmente o dia mais infeliz dos escuteiros foi o dia em que me rotulei de 'o baleia'. Hoje posso dizer que gosto muito da minha alcunha porque para qualquer acampamento que vá é só miúdas a meterem-se comigo. Isto não é para irem todos amanhã mudar o vosso totem para baleia, ok?
Dia 8, terça-feira
Ontem à noite recordei as actividades e acampamentos que fiz na I secção. Adormeci. Adormeci não porque me aborreci mas porque comecei a lembrar-me do meu primeiro acampamento. Foi em Peniche, durante um fim-de-semana. Recordo-me de chegar a noite e estarmos sentados em círculo a brincar quando discretamente comecei a chorar. Apenas a Renata se apercebeu. De imediato lhe disse que se tratava de uma comichão derivada de um problema de visão, a qual ela acreditou. Era mentira. Chorava com saudades da mãe, do pai, dos gatos, da minha cama, da minha playstation, da televisão, do computador, enfim, de tudo aquilo que rodeia um jovem de 9 anos. Qual é o lobito que sente ou já sentiu uma comichão derivada de um problema de visão? Quase todos!
Dia 11, sexta-feira
Quarta-feira acabei por não escrever porque tive nos escuteiros a preparar a velada de armas e as promessas. De início não é fácil. Saímos de casa, não sabemos para onde vamos, com quem vamos, o que nos espera ou o que lá vamos fazer. É na Alcateia que se estabelecem os primeiros contactos, as primeiras amizades. Estas amizades são muito importantes. Hoje mantenho um grande relacionamento com muitos que conheci não quando era lobito mas há alguns anos, como o Tiago, a Lena, o Manuel e a Rita.
Dia 12, sábado
Chegou finalmente sábado, a noite de velada de armas. Não poderia terminar o meu testemunho sem destacar os nossos amigos mais velhos... Refiro-me claro aos chefes. São os chefes que nos ajudam em momentos determinantes. Os chefes tornam-se também elementos cruciais. Os que acompanharam a minha caminhada foram: o Quimpé, Brito, Jorge, Baptista Não posso ainda incluir o Joyce porque só faz a promessa amanhã..."
Arriiiiiiiba...
Tendo como tema de fundo o lema regional "Projecta as tuas pegadas no horizonte", os elementos mais velhos deram testemunho da sua própria caminhada junto dos aspirantes e noviços que se preparavam para uma nova etapa da sua vida de escuteiro.
Cada secção teve um momento de nostalgia com fotografias de actividades dos primeiros elementos, com testemunhos pessoais dados pelo Manuel Melo, pela Alcateia, pelo Rui Buzaco, em nome da Flotilha, pela Sílvia Correia, representando a Frota, e pelo Pedro Brito, como o mais antigo Dirigente do 1100. Depois foi a vez dos aspirantes e noviços fazerem a sua intervenção que culminou com a colocação das pegadas desde a entrada da igreja até ao altar, simbolizando o caminho para o compromisso do dia seguinte.
E porque este caminho não é o final mas antes o início de uma nova caminhada, essas mesmas pegadas serviram de mote para a passagem para o dia seguinte, o das Promessas e Investiduras...
"As tuas pegadas estão marcadas, olha para trás, mas não pares e vai em frente, porque há quem precise delas para te seguir."
As Promessas e Investiduras foram marcadas logo no início com a investidura do Pedro Joyce, o nosso querido 'Patron', o primeiro antigo Moço a ser investido Dirigente no 1100. Foram momentos de grande alegria e algumas lágrimas à mistura logo no começo.
Parabéns a todos os elementos que fizeram a sua Promessa e Investidura e para todos os azuis do 1100 por este dia fantástico!
Pedro Brito
p.s. - É para mim um enorme orgulho e uma honra ser parte desta grande família que são os azuis do 1100. Continuem a caminhar, porque há quem precise das vossas pegadas para fazer caminho...
30 de março de 2008
Grandes navegações e aventuras na Ilha do Cavalo
Aqui ficam alguns contributos dos nossos 'aventureiros'...
Relatório do Cruzeiro de Páscoa - “A fuga da ilha da Makumba”
14 a 18 de Março de 2008 - Ilha do Cavalo – Valada
Foi na sexta-feira, por volta das 21 horas, que se deu início à actividade da frota. Nesse dia, apesar de nem todos os elementos se encontrarem presentes, preparámos todo o material necessário para a grande actividade que se aproximava: a subida de rio. Fizemos uma última revisão ao material de campo e material náutico e fomos recarregar a bateria para o dia seguinte.
Às 7 da manhã todos os elementos que iam participar na actividade estavam reunidos na base. Estavamos finalmente prontos. Carregámos todo o material para a carrinha e voámos até ao Trancão, onde aparelhámos as embarcações. Após alguns momentos de atrapalhação na tarefa, embarcámos, por volta das 9 e meia. Estava um bonito dia de sol com um vento bem bom para este tipo de actividades. Rapidamente, por volta da 1 da tarde, parámos no Monchão, onde, quase enterrados no lodo, almoçámos e descançámos. Mais uma vez continuámos a nossa viagem até à ilha do Cavalo. Apesar do bom vento que se fazia sentir, acabámos por ter de passar a primeira noite numa escola para toureiros na margem do rio Tejo, em frente a Vila Franca de Xira. Cansados de um dia de vela tão bom, jantámos e adormecemos rapidamente, mas nem isso nos impediu de cumprir as nossas obrigações, e todos os elementos fiizeram vigias, para controlar as embarcações.
No dia seguinte todos acordámos com uma enorme vontade de ter um bom dia de vela como no sábado. Estávamos determinados a chegar à ilha do Cavalo por volta das 4 e meia, a tempo de participar na celebração. Infelizmente, quando saímos das tendas, deparámo-nos com uma ligeira brisa, que dificilmente nos transportaria até lá apenas num dia. Por essa razão, acabámos por ter de ser rebocados, acabando por chegar à ilha por volta das 6 da tarde. Apesar de não estarmos muito cansados como o dia anterior, estavamos um pouco desanimados, pois não aproveitamos o dia tanto quanto queriamos. Montámos campo, e aquecemo-nos. Depois do jantar em agrupamento, houve o fogo de conselho, que teve apenas a participação da segunda secção. Por essa razão, acabámos por receber um castigo pela chefia, devido à falta de empenho da frota.
Durante a noite, mais uma vez, estivemos de vigia. De manhã, acordámos bem cedo para cumprir parte do nosso castigo: fazer o mapa da ilha do Cavalo, enquanto os chefes ainda dormiam. Por essa razão, por volta das 7 e meia da manhã, todos os elementos estavam preparados para explorar o local onde estávamos acampados. No resto da manhã, descançámos e recuperámos as baterias, para tentar aproveitar o dia ao máximo. Após o almoço, o tempo piorou. Começou a chover bastante e fomos fazer um género de passeio cultural. Como não iamos ficar sentados à espera que a chuva parásse, fomos caminhar e aproveitar o dia. Bem equipados, descobrimos as respostas às questões colocadas. Para tal, andámos pela Palhota e por Valada, descobrindo a beleza daquela zona. Por volta das 6 e meia da tarde, bem molhados, voltámos a campo para fazer o jantar. Para terminar o dia, fizemos uma avaliação da actividade, onde discutimos os pontos altos e baixos do cruzeiro, sentados à volta duma fogueira. Nesta última noite, não ficámos responsáveis pelo controlo dos barcos. Essa tarefa ficou a cargo da segunda secção.
No dia seguinte acordámos bem cedinho, mais uma vez, e começámos a limpar campo. Com calma, fomos deixando a tenda secar ao sol, enquanto iamos arrumando as malas. Tentámos, como sempre, deixar o local mais limpo do que o encontrámos, tal como BP nos ensinou. Fomos rebocados por equipagem para Valada, com o respectivo scout. Na rampa onde fomos deixados, organizamos e limpámos tudo, para que fosse mais facíl de transportar e arrumar na base. A viagem de volta foi bastante rápida. No autocarro, a segunda e a terceira secção mostravam os seus dotes vocais, tentando mostrar o seu valor. Já muito cansados, e com uma enorme vontade de ir para casa, arrumámos tudo e lavámos as embarcações que vinham pelo rio, rebocadas: a lancha, os botes, e um dos scouts. Quando estava tudo, finalmente, arrumado, por volta das 9 e meia da noite, pudemos seguir rumo para o quentinho das nossas casinhas e aí finalmente recuperar desta maravilhosa actividade que nos ajudou a crescer muito como frota e como equipagens.
Teresa Bento
Equipagem James Cook
O acampamento foi bom apesar de todas as confusões. Estava à espera de melhor mas gostei.
Aspectos positivos (marés altas): foi óptimo para termos mais espírito de tripulação, para fazermos construções, apesar de estas não serem as melhores, e também foi bom para cada timoneiro aumentar a sua paciência com os seus elementos.
Aspectos negativos (marés baixas): a perguiça de alguns elementos foi muito prejudicial para o bom funcionamento de cada tripulação, o mau tempo fez com que não andássemos de scout e a falta de obediência.
Rita Puppe
Peixe-Lua
Tripulação Albatroz
Foi no dia 15 de Março, que a Frota 115 Infante D. Henrique juntamente com a Comunidade Pêro de Alenquer, partiu para mais um desafio, uma aventura inédita neste nosso agrupamento. O nosso objectivo: chegar até Valada mais propriamente à Ilha do Cavalo, à vela…
Partimos de uma rampa no rio Tejo junto á nossa base, tudo apontava para uma excelente viagem. No 1º dia, tudo correu como o esperado, estava vento, vento esse que nos permitiu fazer cerca 30 km, rio acima, rumo a Valada. Depois deste grande dia de vela, acabamos por passar a noite em Vila Franca.
No dia seguinte, infelizmente não estavam reunidas as condições necessárias para que pudéssemos ter um dia de vela como o anterior. O vento não era suficiente para cumprirmos o nosso objectivo a tempo. De modo que, da parte da tarde tivemos de ser rebocados pelos nossos barcos de apoio.
Uma verdade infeliz, no entanto o nosso objectivo não ficou totalmente por cumprir, podemos não ter ido sempre a velejar mas pelo menos a Valada chegamos, e isso ninguém pode negar.
Helena Bouças
Equipagem Fernão de Magalhães
10 de março de 2008
Um desafio à medida dos Marinheiros...
2 de março de 2008
Todos somos convidados...
Estamos em pleno tempo de Quaresma e existem algumas actividades para toda a paróquia às quais somos convidados a participar:
VIA-SACRA
Será na próxima sexta-feira, dia 7 de Março, com início às 21h30m no Terreiro dos Corvos (local da antiga Igreja/Loja). Todas as crianças e adolescentes da catequese, bem como outros grupos da paróquia, irão ter uma participação especial. Esta celebração será realizada num percurso de rua e terminará por volta das 23 horas na Igreja Paroquial. Convida-se toda a comunidade paroquial a estar presente.
CELEBRAÇÃO PENITENCIAL PARA TODA A COMUNIDADE PAROQUIAL
quarta-feira, dia 12 de Março, às 21h30m na Igreja Paroquial. Estarão 6 sacerdotes para atender de confissão todos os que o desejarem.
CELEBRAÇÕES DA SEMANA SANTA
Aproxima-se a Páscoa – centro da vida do cristão – e as celebrações que terão lugar na Igreja Paroquial são a forma mais plena de celebrar este mistério central da nossa vida cristã. As celebrações tê o seguinte horário:
Quinta-feira Santa
Celebração da Ceia do Senhor com gesto do Lava-pés
dia 20 de Março às 20 horas;
Sexta-feira Santa
Celebração da Paixão do Senhor
Dia 21 de Março - Oração de Laudes às 10h30m e Adoração da Santa Cruz às 15 horas;
Sábado Santo
Oração de Laudes dia 22 de Março às 10h30m;
Celebração da Páscoa do Senhor
Solene Vigília Pascal dia 22 de Março às 22 horas;
Missas do dia de Páscoa às 11h30m e às 20 horas.
Procuremos todos organizar a nossa vida para podermos participar nestes momentos altos da nossa vida paroquial e da nossa caminhada cristã.
Desejo, desde já, a todos vós uma Santa Páscoa.
Pe. Paulo Franco
22 de fevereiro de 2008
Dia do Fundador
Noutros países chamam-lhe o Dia do Pensamento. No CNE preferimos lembrar o Dia de B.P. É o dia em que celebramos o génio de um "louco admirável".O carinho e o respeito com que no CNE tratamos o fundador do Escutismo são muito próprios e há poucas associações que o façam da mesma maneira. Nalgumas delas, principalmente na Europa, a referência ao Fundador chega a ser rara, havendo mesmo quem revele um desconhecimento total que consideramos estranho.
No CNE são constantes as menções ao seu nome, as citações dos seus escritos. Nestas procuramos tantas vezes a inspiração para aquilo que, quotidianamente, fazemos nas nossas Unidades, na associação em geral. E saboreamos aquela extraordinária sensação de encontrar entendimentos novos de cada vez que relemos uma obra sua (quantas vezes já isso nos aconteceu?).
Mas esta busca regular dos ensinamentos de BP padece às vezes de um perigo: o de ficarmos pela leitura "à letra" daquilo que ele disse, esquecendo o contexto em que o disse e o espírito com que o terá dito.
A genialidade de B.P. estava na sua intuição e na forma como a usava. Na capacidade de ver mais longe, de gerar ideias novas (acampar com 20 miúdos numa ilha durante 7 dias não era propriamente coisa comum no início do século XX).
O que era brilhante no fundador é que ele era, como diriam agora alguns, "um tipo muito à frente". E se queremos honrar a sua memória e ser seus discípulos não devíamos "cristalizar" no passado (ele não passava a vida a citar coisas de 1800, pois não?) mas seguir o seu exemplo de arrojo, a sua atitude de inquietação e questionamento, a sua postura positiva, muitas vezes sonhadora, com que tinha os olhos no futuro. É aqui que reside, talvez, a magia. É talvez isso que atrai tanto os nossos jovens escuteiros e alimenta o tal carinho imenso que nutrimos por aquele homem.
Neste 22 de Fevereiro sejamos "à frente". Sejamos, no que fazemos no CNE mas também fora dele, os tais "cidadãos de vistas largas". Será sem dúvida, a melhor forma de fazer jus a um legado genial.
(texto de João Armando Gonçalves, Secretário Internacional)

